VILG11 e Tok&Stok assinam aditivo de contrato em Extrema-MG
Rio de Janeiro, 1º de agosto de 2025 – A Vinci Real Estate Gestora de Recursos Ltda., gestora do Vinci Logística Fundo de Investimento Imobiliário (VILG11) e a BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., administradora do fundo, informam aos cotistas e ao mercado em geral a assinatura de um aditamento ao contrato de locação com a Tok&Stok para o empreendimento Extrema Business Park – Bloco 1, localizado em Extrema, Minas Gerais.
O aditamento formaliza a nova configuração do contrato com a Tok&Stok, que continuará ocupando parte do imóvel, mas devolverá parcialmente a área atualmente locada. Dois módulos somando 15.462,14 m² foram repactuados para novas locações: o módulo G7 alugado para a DSV, empresa multinacional de transporte e logística, com contrato até julho de 2030, e o módulo G8 cedido à Supera Farma, com contrato até março de 2030. Esses novos contratos foram firmados com valores compatíveis ao mercado local e ao contrato vigente, sem impacto na receita atual do Fundo.
Além disso, foi estabelecida a devolução de mais quatro módulos, totalizando 31.410,10 m², até 31 de dezembro de 2025, ou antes, caso sejam celebrados novos contratos com terceiros nesse período. A Tok&Stok permanecerá responsável pelos encargos locatícios e pelas adaptações necessárias para conversão do imóvel em condomínio multiusuário até a efetiva ocupação dos novos inquilinos.
Após essas mudanças, a Tok&Stok manterá a ocupação de dois módulos restantes, com 20.067,64 m², representando cerca de 4,5% da receita bruta do Fundo, reduzindo a concentração anteriormente de 15%, quando ocupava 100% do empreendimento. Os termos contratuais desses módulos permanecem inalterados, com vencimento em abril de 2030.
O Extrema Business Park, entregue em abril de 2020, possui 66.939,90 m² de área bruta locável (ABL) e padrão construtivo AAA. A readequação para formato multiusuário está alinhada à estratégia da Vinci Logística FII para diversificação do portfólio, redução da concentração contratual e maior flexibilidade comercial.
A gestão reafirma que a estimativa de rendimentos para o terceiro trimestre de 2025 mantém-se entre R$0,67 e R$0,72 por cota, e para o quarto trimestre projeta faixa entre R$0,69 e R$0,74 por cota, mesmo no cenário em que não sejam alugadas todas as áreas devolvidas até o final deste ano. Ressalta-se que as rentabilidades estimadas não constituem promessa ou garantia de retorno futuro.
